
Eu sou aquilo que se perde,
a tradução mal feita,
o herói que extermina o vilão.
Sou o que á e não há,
sou o erro, a bobeira, o vacilo
- caixa-alta, chinelo de dedo, aborto -
Sou o arrependimento da leitoa e do porco,
que separados viraram,
os dois, toucinho.
Sou meu compadre e minha comadre,
meu filho que não nasceu.
Sou a semente jogada na pedra,
fui dono de um futuro promissor.
Ainda pergunta quem sou eu?
Tolo, sou a esperança.
04.03.2010
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O poema é de autoria minha, mas certamente você já tinha percebido e não tencionava copiá-lo como se fosse seu, né? É, eu pensei mesmo que não.
4 Participações externas:
vc está me provocando? lá vou eu de novo... mais uma pra nossa parceria
Mais um composição pronta! Terminei agora. Gravo mais tarde e te mando.
Ae Lucas,
bom te reencontrar aquele dia cara. Denise é uma maravilha - Denise, a vocalista maravilhosa da banda Maite.
Você continua com a porquera, huahaua. Doido demais. Volto sempre.
Entra ae no flickr depois, tem coisa massa lá. Té!
www.flickr.com/photos/luizdamiao/
Eu?
Eu sou uma pessoa que você conhece.
E eu conheço você desde os tempos do Aldo... rs :)
Eu, pessoa. E Pessoa será sempre Pessoa. Mas Álvaro de Campos segue sendo Álvaro de Campos...
Eu, Veronique d'Angoulême
(porque "o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente")
Eu vim parar aqui através do blog daquela "Colecionadora de Silêncios"... Não sabia que o Chickeiro era seu.
E eu, quem sou? rs
Dá lá uma visitinha na minha Caza... ;)
www.acaza.blogspot.com
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